quarta-feira, 21 de junho de 2017

Apresentação The Daytrippers - 25/06/2017 - 18 horas - Festival Art & Bier

Prezad@s,

Prosseguindo com a turnê mundial da Daytrippers, onde este escriba contribui de forma modesta, venho divulgar a próxima apresentação da banda. Será no próximo domingo, 25 de junho, 18 horas. Ocorrerá no contexto do festival de cervejas artesanais "Art & Beer" na histórica praça do Liceu de Humanidades de Campos.

A entrada é franca. Postei aqui a programação que inclui desde sexta-feira bandas importantes do cenário campista.

Divulguem e prestigiem!


video

terça-feira, 20 de junho de 2017

Divulgando - Consulta Virtual do Orçamento Participativo - Plano Plurianual 2018-2021 de Campos dos Goytacazes, RJ

Prezad@s,

Divulgando uma iniciativa realmente interessante da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes, RJ. Cabe acompanhar os resultados e repercussões concretas.

Todavia, não descarto a possibilidade de ser um aprendizado democrático na cidade. Afinal, o(a) campista não está exatamente habituado(a) com este tipo de consulta por aqui.

"Orçamento Participativo - Plano Plurianual 2018/2021

O Orçamento Participativo (OP) é uma ação conjunta, realizada entre governo e sociedade, que possibilita a participação popular na escolha das prioridades para os investimentos municipais. Assim, você irá ajudar a decidir o que a Prefeitura de Campos deve fazer para a Sua Cidade. Por isso, solicitamos com que preencha os seus dados pessoais abaixo e defina 03 Prioridades para o seu Bairro/Distrito e 03 Prioridades para todo o Município. Pode ser obra, criação de novo serviço ou melhoria de algo que já existe, por exemplo. Após a conclusão desta etapa, apresentaremos o resultado das informações através das Audiências Públicas Distritais que iniciarão no mês de julho/2017."

Link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScmiQDooIvR4qSArBOjUx7wR0pIPyxv2PnNNfmf_qyW9ewpPg/viewform?c=0&w=1

domingo, 18 de junho de 2017

Gilmar, o judiciário e o salvacionismo

Gilmar, o judiciário e o salvacionismo*

George Gomes Coutinho **

O julgamento da chapa Dilma/Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi prenhe de aprendizados importantes. Desde o seu entorno até a decisão final há questões que podem ser elencadas de maneira construtiva. Todavia, não creio que o atual momento do espaço público tenha produzido grande reflexão para além do maniqueísmo: Gilmar Mendes foi eleito o grande vilão e ponto final.

Retomando, vamos para as motivações do pedido de cassação da chapa. O PSDB seguiu um cálculo arriscado. Cabe lembrarmos que no dia seguinte após a divulgação dos resultados das eleições de 2014 Aécio Neves, atual senador afastado, declarou “não aceitar” os resultados. Já em 2017, após a divulgação dos constrangedores áudios de Joesley Batista do grupo JBS, Aécio, em profunda demonstração de sinceridade e anti-republicanismo, afirmou que uma das motivações do pedido de cassação de Dilma era “encher o saco”. Claro que não obstante “encheções de saco”, ao cassar a chapa vencedora a presidência poderia cair no colo do segundo lugar. Neste caso em especial seria a chapa tucana puro-sangue Aécio Neves/Aloysio Nunes.

O pedido de cassação movido pelo PSDB foi interpretado em 2015 como sendo frágil por Maria Thereza de Assis Moura, ex-ministra do TSE. Gilmar Mendes conseguiu reverter o posicionamento de Maria Moura e trouxe o processo de volta para o Tribunal. “Modéstia às favas” apropriadamente disse o próprio Mendes na semana passada. Se não fosse o esforço do ministro realmente o pedido de cassação não teria ido adiante. O problema é que a conjuntura política de 2015 era diversa.

Já neste ano de 2017 o posicionamento de Mendes foi exótico. Seu voto de minerva derivou na absolvição da chapa julgada sendo o trâmite do processo sua própria “obra e graça”.

Mendes se apresenta como a personificação de um judiciário profundamente politizado. Não é o único, não foi e jamais será. A sensação de “arbítrio” incômoda, avaliação exclusivamente moral, oculta a avaliação objetiva que joga por terra o judiciário como entidade imaculada e depósito de virtudes a nos purgar. Espero que não tenhamos salvacionismos daqui por diante.

* Texto publicado no jornal Folha da Manhã em 17 de junho de 2017.


** Professor de Ciência Política no Departamento de Ciências Sociais da UFF/Campos dos Goytacazes

domingo, 11 de junho de 2017

O partido mais forte do planeta

O partido mais forte do planeta *

George Gomes Coutinho  **

O Brasil mantinha até as eleições de 2014 nada menos que 32 siglas partidárias reconhecidas e legalizadas. Olhando para o sistema político norte-americano o nosso quantitativo é até modesto. Nos EUA há pouco mais de 70 siglas em funcionamento mais ou menos regular. Todavia há diferenças evidentes entre os dois sistemas políticos: os EUA mantém filtros que tornam o sistema, em termos de concorrência no mercado eleitoral, praticamente bipartidário. Ou seja, regras restritivas tornam o sistema pouco poroso para pequenas legendas alternativas, sendo que algumas destas só atuam dentro dos limites de um ou outro estado específico. Bom para o status quo binário de republicanos e democratas.

Já no Brasil nada impede que legendas menos pujantes e/ou tradicionais possam ser exitosas em eleições majoritárias dependendo de ventos favoráveis da conjuntura. O caso Collor em 1989 é o grande exemplo da Nova República até o presente momento.

Contudo, a despeito das conjunturas, eleições e alternância de poder, um partido sobrevive de forma inconteste sempre capaz de exercer o poder de veto e, evidentemente, realizar concessões. Falamos do Partido do Movimento Democrático Brasileiro, o PMDB. Marcos Nobre filósofo e professor da Universidade Estadual de Campinas já identificou o PMDB como “o partido mais forte do planeta” não por acaso.  Sem desconsiderar a alternância de poder bipolarizada da década de 1990 para cá, o que derivou no par PSDB/PT encabeçando as chapas vencedoras das últimas eleições presidenciais, o PMDB mimetizou o Deus judaico-cristão. Sempre esteve onipresente. Mas, o que explicaria este “caso de sucesso”?

Creio que há duas explicações. Primeiramente o caráter genérico de seu programa partidário onde a democracia se apresenta como praticamente o único grande valor a guiar a adesão de seus partícipes. Sob este valor central, que funciona tal qual um generoso abrigo, cabem todos. Disto deriva a plasticidade do PMDB, capaz de dotar feições profundamente regionalizadas e, conseqüentemente, forjar seus caciques locais. Desta dobradinha eficiente, onde o fisiologismo é parceiro estratégico, o partido sem feição ideológica clara torna-se relevante.


* Texto publicado no jornal Folha da Manhã em 10 de junho de 2017

** Professor de Ciência Política no Departamento de Ciências Sociais da UFF/Campos dos Goytacazes


sexta-feira, 9 de junho de 2017

ADIADO!!!!Show da Daytrippers: 24 de junho de 2017 - Republic House - Campos dos Goytacazes, RJ

Prezad@s,


Avisamos que a apresentação da Daytrippers no Republic House no dia 24 de junho está ADIADA por motivos de força maior. 

No momento que tivermos nova data comunicaremos a tod@s.





DIVULGANDO: CURSO DE LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA

Prezad@s,

Divulgando o curso que será ministrado amanhã aqui em Campos dos Goytacazes, RJ para os amantes da sétima arte: 

" Este curso é voltado para quem quer aprender sobre o universo do cinema. 
Como é feito um filme? Quem faz? Por que se faz cinema? 
É um conteúdo introdutório ao universo da sétima arte.
Nesse curso você vai conhecer os departamentos que criam um filme, principais técnicas envolvidas desde o roteiro até a montagem.

Serviço:
Data: 10 de junho
Horário: das 9h às 13h
Local: Av. Sete de Setembro, 490, Edifício Pioneiro,
 7° andar, Centro - JCI Campos
Investimento: R$ 50,00

Apoio: JCI Campos

Vamos realizar sonhos.
Vamos fazer cinema."